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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UM DIA EU TIVE FOME, E VOCÊ ME ALIMENTOU


 TIVE FOME - Teatro Cristão

(Adaptação da mensagem de Paulo Roberto Gaefke, publicada no livro "Quando é preciso Viver")
A história começa com pai e filho desolados, famintos, Agenor o pai, desempregado, homem sofrido. Ao pedir um pouco de pão, na padaria do seu Amaro, se prontifica a fazer algum serviço em troca. Amaro tem compaixão, vendo sinceridade oferece emprego, vendo dedicação incentiva ao estudo.
Agenor foi dedicado aos estudos também, torna-se advogado, e sempre grato ao seu antigo patrão.
Agenor começa um trabalho assistencial, seu filho-agora nutricionista, é responsável por mais de 200 refeições diárias.

CENA 01
(Entram em cena, pai e filho caminhando em meio a um sol escaldante)
AGENOR: Ahh meu filho, quase o dia todo e nada de emprego, mas amanhã será um novo dia...
RICARDINHO: Humm que cheirinho de pão quentinho... Pai, tô “cheiinho” de fome!!!
AGENOR: (Com os olhos marejados de lágrimas) Só mais um pouco de paciência meu filho. Deus vai nos ajudar.
RICARDINHO: Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!
(Agenor envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai)
AGENOR: Espere um pouco aqui na calçada meu filho que já volto (enquanto isso procura em algumas latas de lixo por alimento, sem sucesso entra na padaria à sua frente).
(Ao entrar dirige-se a um homem no balcão)
AGENOR: Meu senhor, eu estou com o meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que pelo amor de Deus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
(Amaro, o dono da padaria, estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho)
AMARO: Chame seu filho, por favor.
(Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro)
AMARO: Sentem-se aqui por favor, que eu já volto.
(Após alguns minutos Amaro volta com dois pratos com comida - Prato Feito - arroz, feijão, bife e ovo)
RICARDINHO: Parece até um sonho pai.
(Grossas lágrimas descem dos olhos de Agenor já na primeira garfada)
(Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar)
AMARO: Ó Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!
(Imediatamente, Agenor sorri)
AGENOR: Não, não... Nunca comi comida tão apetitosa, agradeço a Deus por ter esse prazer.
AMARO: Sossegue seu coração homem, almoce em paz e depois conversamos sobre trabalho.
(Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas)
(MÚSICA)
CENA 02
(Após o almoço...)
AMARO: Venha até aqui Agenor, sente-se para que possamos conversar.
AMARO: Como esta sua situação homem?
AGENOR: Ahh meu bom senhor... Faz mais de 2 anos que perdi o emprego e desde então, sem ter uma especialidade profissional, sem estudos, estou vivendo de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas há 2 meses que não recebo nada.
AMARO: Vamos fazer o seguinte então, amanhã espero você aqui, pois vou contratá-lo para serviços gerais na padaria, certo?! E tome isso (entrega uma cesta básica com alimentos para Agenor).
AGENOR: Mas é muita comida, deve dar para pelo menos uns 15 dias.
AMARO: Aceite homem, é de bom grado que lhe dou.
AGENOR: (com lágrimas nos olhos) Lhe agradeço a confiança meu bom homem e amanhã sem falta nem atraso estarei aqui para início no trabalho.
(Agenor sai de cena com o filho)
MARIA: (Sai da cozinha de avental) Quem era aquele homem? E por que vai ajudá-lo?
(Amaro logo sorri, pois nem ele sabia porque estava ajudando)
AMARO: Ele e eu temos a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele ou de mim, sei lá, algo me chama para ajudar aquela pessoa.
(Saem de cena)
CENA 03
(Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem, sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso).
AGENOR: Mulher... Mulher!!! Venha aqui, venha ver...
MULHER: O que foi homem de Deus?
AGENOR: Veja, quanta fartura!
MULHER: Venham crianças, papai trouxe comida!
AGENOR: Consegui emprego. A partir de agora as coisas vão mudar meu amor, sinto novamente esperança em que nossa vida irá mudar.
MULHER: Que Deus nos abençoe querido!
(SAEM DE CENA)
CENA 04
(No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho)
AGENOR: (Ansioso) Bom dia seu Amaro!
AMARO: (Bem-Humorado) Bom dia Agenor! Muito bem, pontualmente as 5 da manhã meu caro, quanto entusiasmo hein... Fico feliz que tenha aceitado a proposta... Vamos ao trabalho?!
(MÚSICA)
(Agenor faz diversas cenas enquanto toca o fundo musical – varrer chão, secar louças, recolher pratos e etc...)
CENA 05
AMARO: Um ano se passou Agenor, e até hoje você foi o mais dedicado trabalhador deste estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.
AGENOR: Não faço mais do que minha obrigação...
AMARO: Não seja modesto meu amigo. Bom Agenor, mudando de assunto, você sabia que a escola aqui do bairro abriu vagas para a alfabetização de adultos?
AGENOR: Não sabia não.
AMARO: Faço questão que você vá fazer sua matricula e de que comece a estudar.
AGENOR: (Surpreso) Mas eu, eu...
(Amaro entrega a Agenor um caderno e uma caneta)
AMARO: ...Ahh e as aulas já começam amanhã...
(os dois se abraçam fortemente)
CENA 06
(Sofá com uma ou duas pessoas sentadas aguardando)
SECRETARIA: Vocês podem entrar ele já vai atende-los.
(Toca o telefone)
SECRETARIA: Escritório do Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, bom dia! - Sim, eu dou o recado. Tchau!
(Toca o telefone)
SECRETARIA: Escritório do Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, bom dia! – Já esta agendado. Até mais!
(Toca o telefone)
SECRETARIA: Escritório do Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, bom dia... (enquanto atende vai saindo de cena)
AGENOR: (Entra em cena) Dona Ana, meio dia... Vou descer para tomar um cafezinho na padaria do meu amigo Amaro.
(SAI DE CENA)
CENA 07
AMARO: Estou impressionado em ver meu 'antigo funcionário' tão elegante.
AGENOR: Deixe de conversa e venha logo me dar um abraço!
AMARO: Já se passaram uns doze anos, não é meu amigo?!
AGENOR: E eu nunca me esqueci do meu primeiro dia de aula: a mão trémula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta. Graças a você meu amigo! E graças a você, hoje, abri meu próprio escritório de advocacia!
AMARO: E você nunca me decepcionou... Fez por merecer!
(Sentam para tomar um cafezinho e conversar)
(MÚSICA)
(SAEM DE CENA)
CENA 08
(Dois homens entram conversando e sentam lendo jornal)
HOMEM 01: Você já ouviu falar em Dr. Agenor Baptista?
HOMEM 02: Como não. Faz mais ou menos uns dez anos que o homem abriu seu escritório de advocacia, onde conta com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem.
HOMEM 01: Parece que ele resolveu criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço.
HOMEM 02: Poxa, que iniciativa legal, o que será que motivou a ele fazer isso, não é mesmo.
HOMEM 01: Aqui no jornal ainda diz mais. Parece que são mais de 200 refeições que são servidas diariamente naquele lugar chamado “Casa do Caminho” que é administrado pelo seu filho, o nutricionista Ricardo Baptista.
HOMEM 02: Que exemplo de solidariedade...
(SAEM DE CENA CONTINUANDO A CONVERSA)
CENA 09
RICARDO: Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um. E por desfecho do destino, aos 82 anos, os dois faleceram no mesmo dia, quase que à mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.
(MÚSICA)
Por isso hoje mandei gravar esses dizeres na instituição de caridade que meu pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'
- FIM -

DICAS
PERFIL DOS PERSONAGENS:
AGENOR: Nas cenas 1, 2 e 3 é um homem sofrido com 32 anos de idade. Nas cenas 4 e 5 se mostra mais entusiasmado. Nas cenas 6 e 7 já tem uma boa idade e usa terno e gravata.
RICARDINHO (CRIANÇA): Esta presente nas cenas 1, 2 e 3, caracterizado como uma criança pobre de mais ou menos 6 anos.
AMARO: Típico dono de bar/padaria, classe média baixa, compreensivo e calmo. Na cena 7 aparenta mais a idade.
MARIA: Típica cozinheira, avental, toalha de louça e etc...
FILHOS DE AGENOR: Crianças pobres, com idades por volta dos 4 aos 8 anos.
ESPOSA DE AGENOR: Mulher de garra, temente a Deus, com idade por volta de 26 a 30 anos.
ANA (SECRETÁRIA)
DOIS HOMENS (CLIENTES)
HOMEM 01
HOMEM 02
RICARDO (ADULTO): Filho de Agenor já adulto, bem vestido, orgulhoso do pai.
CENÁRIO: (Sugestões) Cenas 1 e 2 se passam primeiramente na rua e logo em seguida dentro da padaria (utilizar mesas e cadeiras); Cena 3 se passa já na casa de Agenor (utilizar um pano no chão para as crianças); Cena 4, 5 e 7 voltam a ocorrer na padaria; Cena 6 representa uma sala de espera (utilizar sofá e mesinha com revistas); Cena 8 se passa na rua, dispensa cenário, no máximo um banco; Cena 9 também dispensa cenário.
TRILHA SONORA: A sonoplastia fica a critério de quem for montar a peça, desde que não descaracterize o verdadeiro sentido do texto.
ADEREÇOS: (descritos na peça)

Blog do autor Tiago Ferro Pavan



É TÃO IMPORTANTE ORAR


 É tão importante orar
 Peça para fantoche, que pode ser apresentada por atores, são apenas dois personagens; Lalá e Juninho
Os dois falam sobre a oração, ensinando que uma conversa com Deus.
Agradecendo ou pedindo, conversando com Deus, criando uma intimidade, uma amizade...
A plateia é convidada a conversar com Deus também.

LALÁ: Você sabia que Orar é falar com Deus?
JUNINHO: É mesmo Lalá?.
LALÁ: Deus quer que a gente fale com Ele todo o tempo. E é por isso que eu tento falar com Ele todos os dias: Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo, qualquer dia é perfeito para orar!
JUNINHO: Que legal, que você fala com Ele todos os dias. E como eu sei se Ele gosta que eu converse com Ele?
LALÁ: Deus gosta que a gente fale com Ele porque Ele nos ama, e quer passar um tempinho a sós conosco.
JUNINHO: E ele também gosta de ouvir que eu O amo.
LALÁ: É verdade, por isso eu digo todos os dias o quanto eu O amo.
LALÁ: Eu digo: "te amo Deus".
JUNINHO: Sempre que eu falo com Deus, acabo conhecendo Deus um pouquinho mais.
LALÁ: Eu adoro conversar com Deus. Ele quer que todo mundo fale com Ele e O conheça.
JUNINHO: E isso posso fazer todos os dias, onde eu estiver.
LALÁ: Você sabia que tem outra maneira de conhecer Deus, Juninho?
JUNINHO: Nossa que legal Lalá, outra maneira sem ser orando. Qual?
LALÁ: Ler a Bíblia e ouvir as historinhas legais que ela conta. Deus nos deu Sua palavra, a Bíblia para o conhecermos melhor. Ela nos ensina a Orar e Falar com Deus.
JUNINHO: Por isso eu digo: "Deus obrigado pela bíblia!"
LALÁ: A Bíblia conta que Deus quer que agradeça a Ele por todas as coisas legais em minha vida.
JUNINHO: AH, então vou agradecer a Ele pela mamãe e pelo papai, por meus irmãos e minhas irmãs, meus avós e primos. Por toda minha família.
LALÁ: Eu também posso agradecer a Deus por meus amigos e por todas as pessoas que me amam. Por isso eu digo: "Deus obrigado por todos que o Senhor colocou em minha vida para eu amar".
JUNINHO: Deus ainda quer que a gente agradeça a Ele pelo azul do céu, pela grama verdinha, e pelas nuvens branquinhas.
LALÁ: Eu também agradeço pelo vento que sopra, pela chuva que refresca e pelo sol morninho da manhã.
JUNINHO: Eu agradeço pelas arvores enormes, pelas flores coloridas, pelas altas montanhas e pelos oceano profundo.
LALÁ: Eu agradeço por tudo o que Deus fez!
LALÁ: Eu digo: obrigado, Deus por me dar minha casa e pela cama gostosa que eu tenho para dormir todas as noites. Pelos meus brinquedos favoritos e pelo parquinho em que eu brinco".
JUNINHO: Quando eu oro, nem consigo esperar agradecer a Deus por todos os animais fofinhos que Ele criou.
LALÁ: Eu também agradeço por aqueles bichinhos que não posso ter em casa mas que são muiiiito legais como o elefante, a girafa, o urso, o tigre, os golfinhos e a baleia.
JUNINHO: Por todos os animais da terra, os peixes no mar e os pássaros no céu são criações de Deus.
JUNINHO: Por isso eu digo: " Deus, obrigado por todos os animais que eu posso cuidar e que eu posso amar. obrigado por todos os animais que o Senhor criou".
LALÁ: Juninho você sabe o que é um amigo?
JUNINHO: Amigo é aquele que conversa e se importa comigo?
LALÁ: Isso mesmo, Deus é meu amigo por isso Ele quer que eu converse com Ele todos os dias. Afinal amigos sempre se falam.
JUNINHO: Nossa é mesmo, não consigo ser amigo de alguém que não conversa comigo. Por isso que falar com Deus todos os dias é importante.
LALÁ: O que eu mais gosto sobre falar com Deus é que eu posso contar para ele qualquer coisa. Deus quer que conte tudo o que é importante para mim, porque Ele também acha importante. Ele quer ser meu melhor amigo. Qualquer coisa que é importante para mim é importante para Deus.
JUNINHO: Por isso, eu digo: "Deus, obrigada por ser meu melhor amigo e porque posso te contar tudo."
LALÁ: Eu ainda posso falar com Deus sobre coisas boas, mas também posso falar sobre coisas ruins.
JUNINHO: Eu ouvir dizer que Deus quer saber quando alguma coisa me deixa feliz, e também quando me deixa triste. Assim Ele pode me ajudar!
LALÁ: Eu sei que Deus sempre me ouve e também sempre entende como estou me sentindo. E quando falo com Ele me sinto muito melhor.
JUNINHO: Por isso eu digo: “Obrigado, Deus, por me ouvir falar sobre tudo!”
LALÁ: Deus sempre nos ouve Juninho, não importa onde eu esteja. Posso falar com Ele quando estou debaixo das cobertas, em minha cama, e quando estou na banheira cheia de espuma.
JUNINHO: E eu posso falar com Deus quando estou brincando em casa ou no parquinho. Ele me ouve quando estou pulando, correndo, andando ou até quando vou tomar sorvete.
LALÁ: Deus nos ouve quando falamos com Ele em pé, de joelhos ou quando deitamos na cama, ou no chão.
JUNINHO: Por isso eu digo todos os dias: “Deus, obrigado, por estar sempre por perto”.
LALÁ: Deus nos escuta a qualquer hora do dia ou da noite. Posso falar com ele de manhã depois que acordo ou de tarde quando estou brincando.
JUNINHO: E ainda podemos falar com Ele de noite, quando a única luz que vemos é a que vem das estrelas e da lua.
LALÁ: Deus gosta muito quando falamos com Ele antes das refeições, para agradecer pelo alimento, Ele também gosta de ouvir a minha oração antes de ir para a cama.
JUNINHO: E sempre devemos agradecer a Deus pelo dia em que passamos. Por isso eu digo todos os dias: “Obrigado, Deus, porque o Senhor nunca dorme e está sempre cuidando de mim. Obrigado por me ouvir sempre que eu oro”.
LALÁ: Às vezes eu falo alto com Deus, mas Ele também me ouve quando eu falo baixinho.
JUNINHO: E Ele também pode me ouvir quando converso silenciosamente com Ele, quando as palavras estão somente na minha mente.
LALÁ: A Bíblia conta que quando eu falo, ou penso, coisas como “Obrigado, Deus!” ou “Me ajuda, Deus”, Deus me ouve. E tenho certeza que Ele me ajuda!
JUNINHO: Deus sempre ouve e aceita nossa oração né Lalá? Não importa o tipo de oração, pode ser bem longa ou bem curtinha. Pode ser uma oração que aprendemos na Igreja, ou podemos inventar nossa própria oração.
LALÁ: Noooossa que legal Juninho. Que legal, eu posso conversar com Deus assim como converso contigo.
JUNINHO: Deus conta na bíblia que se eu e você orarmos juntos é muito poderoso. Também posso orar por meus amiguinhos, e eles orarem por mim.
LALÁ: Algumas vezes podemos orar juntos por alguma coisa que queremos pedir em especial para Deus! Orar pelas pessoas é um jeito de compartilhar o amor de Deus com eles.
JUNINHO: Por isso eu digo todos os dias: “Querido Deus, me ajuda a orar mais vezes pelas pessoas”.
LALÁ: Deus cuida de mim e vê tudo o que eu faço. Ele sempre quer que eu faça a coisa certa.
JUNINHO: Mas a bíblia conta que Ele me ama mesmo se faço a coisa errada.
LALÁ: é verdade Juninho. Não importa o que fazemos de errado, Ele quer ouvir da nossa boquinha que erramos.
JUNINHO: Por isso eu conto para Deus e peço desculpas, Ele sempre fica feliz em me perdoar.
LALÁ: Na bíblia, Juninho, Ele conta que vai sempre nos perdoar quando fizermos algo de errado e reconhecermos que está errado e que não queremos mais fazer.
JUNINHO: E assim Deus acaba nos ensinando a fazer a coisa certa.
LALÁ: Por isso eu digo todos os dias: “Deus, me ajuda a não me esquecer de te obedecer e a meus pais também”.
JUNINHO: Eu gosto muito de ler a bíblia porque nela Deus nos conta muita coisa sobre Ele. Posso aprender dEle. Isso é muito legal.
LALÁ: Na bíblia conta que Jesus é o filho de Deus. E que Deus mandou Ele vir à Terra para que as pessoas pudessem estar mais perto de Deus e conhecê-lo melhor.
JUNINHO: Quando Jesus viveu por aqui, Ele também conversava com Deus todos os dias.
LALÁ: Jesus disse que Deus ama muito as criancinhas, e que elas podem sempre falar com Deus, porque elas são especiais para Ele.
JUNINHO: Jesus disse às pessoas: “Eu farei tudo o que vocês pedirem em meu nome”.
LALÁ: É por isso que eu sempre termino minha oração em nome de Jesus, amém”.
JUNINHO: Mas isso Lalá, não quer dizer que Deus vai sempre dar o que pedimos. Se for algo bom pra mim, ele vai me dar.
LALÁ: Por isso eu digo todos os dias: “Obrigado, Jesus, por responder as minhas orações”.
JUNINHO: Sempre que eu oro, eu acredito que Deus me ouve e que vai responder as minhas orações.
LALÁ: Deus sempre responde nossas orações. Mas é preciso confiarmos que Ele vai responder do jeito dEle e quando Ele quiser.
JUNINHO: Se Deus não responder na hora, não quer dizer que Ele não me ouviu, Ele me ouviu! Só está esperando o tempo certo pra me responder!
LALÁ: Juninho, ás vezes é muito difícil esperar. Se uma pessoa que eu gosto muito está doente, eu quero que ela fique boa logo. Ou quando desejo uma coisa não tenho paciência de esperar.
JUNINHO: Mas quando for assim, temos que lembrar que a nossa tarefa é orar e a de Deus responder nossa oração.
LALÁ: Ah bom, então eu vou fazer a minha tarefa e deixar que Deus faça a dEle.
JUNINHO: Por isso eu digo todos os dias: “Deus, me ajuda a ter paciências de esperar sua resposta às minhas orações”.
LALÁ: Eu posso ser apenas uma criança, mas minhas orações são poderosas, por que eu sou especial para Deus.
Mesmo que as crianças sejam pequenas, as orações delas são grandes para Deus. Minhas orações são tão importantes para Deus que, quando eu oro, Ele sempre chega pertinho de mim. E eu gosto de estar pertinho Dele também. É por isso que eu falo com Deus todos os dias, e digo: “Obrigado Deus por estar pertinho de mim agora e por me amar e me ouvir orar”.
JUNINHO: Nossa Lalá que lindo, a partir de hoje eu vou orar todos os dias e falar com Deus, eu também quero que Ele esteja bem pertinho de mim. E vou convidar meus amiguinhos a estarem bem pertinho dEle também.
LALÁ: Turminha vocês querem estar bem pertinho de Deus?
JUNINHO: Então vamos orar todos juntinhos. Para que Deus possa ficar juntinho de nós.
LALÁ: Eu vou falar e vocês repetem. “Deus hoje eu descobri que posso estar bem pertinho de ti, basta eu orar, contar como foi o meu dia. Mas às vezes eu esqueço de falar com o Senhor. Envia o Espírito Santo para morar em meu coração, e me ajudar a lembra a fazer as coisas que te alegram. Em nome de Jesus. Amém!
JUNINHO: É Lalá, a partir de hoje Deus ganhou mais um monte de amiguinhos para conversar com Ele. Nossa deve estar tendo festa no céu.
LALÁ: Deus está muito feliz.
JUNINHO: Lalá eu tenho que ir já está na hora de tomar meu banho e ir agradecer a Deus por tudo que Ele nos ensinou hoje.
LALÁ: eu também já vou. Tchau turminha, não esqueçam de chegar em casa e agradecer a Deus por estarmos juntos hoje.
Fonte: Escola Dominical

sábado, 17 de dezembro de 2011

ENTRE DOIS LADRÕES



3 criminosos (um deles Barrabás) discutem suas chances de serem perdoados de sua punição na cruz.
Personagens
Zacarias, Simão, Barrabás E Guarda

Script
GUARDA: Não se acomodem muito. Volto logo para pegá-los.
ZACARIAS: Se eu tivesse uma faca...
SIMÃO: O quê? Se tivesse o quê? Admita Zacarias, este é o fim.
ZACARIAS: Não necessariamente.
SIMÃO: Você tem um plano?
ZACARIAS: Bem que eu queria. Eu tenho uma esperança. Todo ano no Pessach, Pilatos liberta um dos prisioneiros.
BARRABÁS: Isso é uma bobagem.
SIMÃO: Tem mais alguém aqui conosco!
BARRABÁS: Acho que vocês dois são mesmo bem perigosos. Nem mesmo checaram a cela para saber se estavam sozinhos. Nem se incomodaram em saber para quem estão dando as costas.
ZACARIAS: E você seria quem? Nós estamos aqui por roubar dos romanos.
SIMÃO: Zacarias, eu acho...
ZACARIAS: Cale a boca, Simão.
BARRABÁS: O que faz você pensar que as pessoas vão clamar para libertá-lo? Quem se importa com uma dupla de ladrões?
ZACARIAS: E você por acaso tem uma chance melhor de perdão?
BARRABÁS: Perdão? Quem quer o perdão dos romanos? Eu passei minha vida matando romanos, atacando das sombras, esfaqueando quando nem estavam olhando. Não há perdão para mim. Vocês devem aceitar o fato de que são imperdoáveis, assim como eu.
ZACARIAS: Escute, grandalhão, todos fizemos nossa parte contra os romanos. Eu não quero passar minha última hora ouvindo o quanto você é mal.
BARRABÁS: Muito bem. Talvez EU não queira passar a MINHA última hora com dois ladrõezinhos de segunda, malandrinhos que usam a revolução como desculpa para roubar. Talvez eu queira ficar sozinho.
SIMÃO: É... Zacarias? Talvez devêssemos sentar ali no canto.
ZACARIAS: Ele não vai nos machucar. Ele só quer assustar você.
BARRABÁS: Você não parece se assustar fácil. Acho que já encarou a morte antes.
SIMÃO: Zacarias!
ZACARIAS: Talvez não tantas vezes quanto você.
BARRABÁS: Já esteve em uma crucificação?
ZACARIAS: Só quando os ricos estão assistindo.
BARRABÁS: Eu acho que nunca prestou muita atenção nas pobres vítimas da opressão romana penduradas ali, prestou?
ZACARIAS: Por que os vivos deveriam se preocupar com os mortos?
SIMÃO: Ótimo! Vou passar o final da minha vida ouvindo vocês dois tentando ser mais macho que o outro. Quem se importa quem é o melhor criminoso aqui? Vamos morrer logo!
BARRABÁS: A questão é: qual de nós está pronto para morrer?
ZACARIAS: Eu estou pronto!
BARRABÁS: Ótimo, porque os romanos adoram nos ouvir gritar. Eles amam nos ver sofrendo carregando todo o peso daquela travessa da cruz. Eles amam nos ver lutando para respirar, morrendo um pouco a cada respiração que lutamos para fazer.
SIMÃO: Ah, cara...
BARRABÁS: Você vai lhes dar esse gostinho? Você vai gritar como um bom menino?
SIMÃO: Nós podemos ser perdoados!
ZACARIAS: Isso mesmo. Eu tenho muitos amigos lá fora. Eles vão clamar por mim.
BARRABÁS: E quanto ao seu colega aqui? Só um pode sair livre.
SIMÃO: Oh Deus...
BARRABÁS: Encare isso: nós somos imperdoáveis, e sempre seremos. Pelo menos podemos morrer como homens.
GUARDA: (Entrando) Barrabás! Você deve agradecer aos deuses pela sua misericórdia.
BARRABÁS: Eu nunca vou agradecer àquelas estátuas em valor!
GUARDA: Escute, seu lixo sem valor, não se esqueça que você pode ser trazido de volta para cá num segundo se causar problemas de novo.
BARRABÁS: Do que você está falando?
GUARDA: Você está livre. Você recebeu o perdão do Governador Pilatos!
BARRABÁS: O quê?
GUARDA: Você é surdo? Você está livre! Perdoado! Agora tire essa cara feia daqui.
SIMÃO: Oh Deus. Quer dizer que...
BARRABÁS: Parece que terão uma cruz a menos nesta tarde. Lembrem do que eu disse.
GUARDA: Não, eles prenderam alguém ontem. Ele está assumindo o seu lugar.
BARRABÁS: Verdade? Quem?
GUARDA: Aquele rabino, qual o nome dele? Jesus!
SIMÃO: O que ele fez?
GUARDA: Atividades revolucionárias.
ZACARIAS: E o que isso quer dizer?
GUARDA: O que quer que queiramos que seja, Volto para buscá-los em um minuto.
ZACARIAS: Lá se vai nossa última esperança.
SIMÃO: Talvez Jesus...
ZACARIAS: Desista! Barrabás tinha razão. Somos imperdoáveis.
SIMÃO: Eu ouvi desse Jesus...
ZACARIAS: Se Jesus pudesse nos salvar, ele não estaria sob uma ordem de execução.
GUARDA: Está na hora, vamos!

DISCIPULUZINHOS EM UMA AVENTURA NA PÁSCOA


Nesta esquete os três, Disci, Pulu e zinho divertem e animam a plateia, enquanto aproveitam pra falar sobre o significado da páscoa.
OS TRÊS – Bom dia! Em Deus faremos proezas!
DISCI – Sou a Disci, uma menina muito feliz.
Que faz sempre a lição
E a verdade sempre diz.
E com um lindo sorriso..
PULU – Vive comendo giz!!! (gargalhadas)
DISCI – Sem graça...
PULU – Brincadeirinha...
ZINHO – Zinho é o meu nome,
Gosto muito de estudar.
Faço tudo com carinho e dedicação.
PULU – Mas tem um furo no meio do calção! (gargalhadas)
ZINHO – Pulu!
PULU – Brincadeirinha... Eu sou Pulu. Amo Jesus e meus irmãos,
Leio sempre a Bíblia
E sou muito feliz...
DISCI E ZINHO – Mas vive metendo o dedo no nariz... (gargalhadas)
PULU – Não vale! Não vale!
DISCI – Vejam! Quantas crianças!
PULU – Uma mais linda que a outra!!! E aí? Tudo em cima?
ZINHO – É muito bom estar aqui na Igreja de Crianças...
DISCI – A festa hoje está linda!
PULU – Você disse festa? Cadê o Bolo?
DISCI E ZINHO – Pulu!
PULU – Foi mau...
ZINHO – Estamos comemorando a Páscoa!
PULU – Será que horas que vão trazer os ovos de chocolate? Eu quero um ovo bem grandão!
DISCI – Pulu, não acredito, você ainda não sabe o verdadeiro sentido da Páscoa?
PULU – Sei, ou melhor, mais ou menos.
ZINHO – O faraó estava com seu coração endurecido e escravizava o povo de Deus. Através de Moisés, Deus enviou 10 pragas para os egípcios. A décima praga foi a morte dos primogênitos.
DISCI – O faraó deixou o povo ir embora do Egito. Os primogênitos do povo de Deus não foram mortos, pois Deus mandou que o povo passasse sangue de um cordeiro nos umbrais das portas, para protege-los do anjo da morte.
ZINHO – O sangue de Jesus, também nos livrou da morte. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Isso é páscoa! A festa que lembra esses acontecemientos, a libertação do povo de Deus através do sangue do cordeiro. A nossa libertação pela morte e ressurreição de Jesus!
PULU – Que lindo turma! Como Deus é maravilhoso! Eu amo Jesus! Como é que a páscoa foi virar coelho botando ovo de chocolate? Que absurdo!
DISCI – Jesus morreu pelos nossos pecados.
ZINHO – E ressuscitou ao terceiro dia. Hoje é dia de Festa!
PULU – Você disse festa? Cadê o bolo?
DISCI E ZINHO – Pulu!
PULU – Foi mau. Nesta semana, eu quero falar pra todos meus amiguinhos sobre o verdadeiro sentido da páscoa, tenho muitos que ainda não sabem.
ZINHO - Eu também...
DISCI – Zinho, eu tenho uma dúvida, é pecado então comer o ovo de chocolate? Eu ganhei um ovão do meu tio, o que faço com ele?
PULU – Pode me dar essa parada, morô? Eu sei o que fazer com ele...
ZINHO – Não Disci, não é pecado. Você pode come-lo, pecado é trocar o verdadeiro sentido da páscoa por ovo de chocolate. Não precisa jogar o ovo fora, mas não se esqueça de ensinar seu tio o que é a páscoa, ok?
PULU – É o seguinte, pintou um lance aí... precisamos ir.
DISCI – É Verdade, a festa precisa continuar.
PULU – Você disse festa? Cadê o bolo?
DISCI E ZINHO – Pulu!
PULU – Foi mau!
ZINHO – Gente, foi um prazer estar aqui com você...
DISCI – Um grande beijo da turma dos Discipulozinhos.
PULU – E não se esqueçam!
OS TRÊS – Em Deus faremos proezas!
Em Deus faremos proezas!
Em Deus faremos proezas!

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DE QUEM É A CULPA


Jesus Cristo foi crucificado e morto, de quem é a culpa?
Maria busca nesta peça, que acontece num tribunal do Júri, originalmente na Bahia, apurar os responsáveis pela morte de Jesus, seu filho.
Defesa e acusação enfrentam-se, com a participação de algumas testemunhas famosas...
De quem era a culpa?
Local onde ocorre o júri: Posto da Mata - Ba, 1ª igreja Batista Betel,16 de abril de 2006 .
Apresentada agora será a Queixa: Maria mãe de Jesus, filha do Deus Altíssimo, apresentou as seguintes alegações:
MARIA: É preciso que façam justiça, pois Meu filho foi levado à cruz inocentemente, então, certo de que aquela cruz não era dEle, muitos apontaram espadas e o verdadeiro dono da cruz não apareceu. É preciso que ele se manifeste e assuma a sua cruz.
Apresentação das pessoas que estão à mesa:
MERITÍSSIMA: Senhora. Débora,
ADVOGADA DE DEFESA: A Estratégia do Inimigo
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Deus é o Deus da Verdade.
JUÍZA: Damos inicio ao Júri: Que faça entrar o 1º Réu:
SOLDADO: Que entre o 1º Réu: Judas Iscariotes, um dos seguidores de Jesus.
JURAMENTO: Promete dizer somente a verdade e nada mais que a verdade?
JUDAS: Sim, prometo.
JUÍZA: A palavra está com a advogada de acusação.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Obrigado meritíssima. Judas Iscariotes seguidor de Jesus, digamos que um discípulo de gênio diferente, muito diferente. O Que fazia você no meio de Jesus. Por que o seguia?
JUDAS: Eu era um dos seus seguidores, um dos seus discípulos, que contemplava os seus milagres.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Falaste bem, era um dos seus seguidores, pois em seguida o traiu. Teve parte na morte do Cristo.
ADVOGADA DE DEFESA: Protesto Meritíssima.
JUÍZA: Protesto concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: Judas foi um dos mais elogiados seguidores de Jesus. Sempre esteve presente no derramar da unção, por isso digo: Que não há culpa alguma sobre ele. Pois quando Jesus disse que um o trairia, Judas o perguntou: Acaso sou eu Rabi? Agora como se explica? Se Judas fosse o culpado ele não perguntaria; Por ventura sou eu Rabi? Ele ficaria quieto, então sendo assim culpa alguma cai sobre meu cliente.
(Todos começam conversar....)
JUÍZA: Ordem no tribunal.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Protesto Vossa Excelência, o argumento da Senhora. adv. De Defesa não é válido.
JUÍZA: Protesto concedido.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Quando Jesus falou que entre eles um O trairia, foi bem claro: O que mete a mão no prato este o trairia. E quem foi que este que meteu a mão no prato?
JUDAS: Há, ele me pegou de surpresa, eu já havia pegado o prato e aí então Ele falou esta frase.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Você acabou de confessar agora que foi você. E não foi só aí que você teve participação neste ato de crueldade, foi comprado por trinta moedas de prata, entregando o mestre e o traiu com um Beijo.
ADVOGADA DE DEFESA: Protesto Meritíssimo.
JUÍZA: Protesto concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: A adv. de acusação está deixando o meu cliente nervoso. Está o apontando como total culpado, e sendo assim é preciso ter provas. Obrigado.
JUÍZA: Senhora. Advogada de Ac, apresente a este tribunal a suas provas.
Advogada de AC. : Eu tenho a prova, que, aliás, não está comigo, está com Judas Iscariotes. Judas Iscariotes mostre suas mãos. O que me diz agora? A cruz que Jesus carregou é sua. Os pregos e o sofrimento também são seus. Você teve parte na morte do Messias.
JUDAS: A cruz não é só minha. Não é só minha a culpa, é também do sacerdote Caifás. Ele e os outros sacerdotes me pressionaram a fazer isto me ofereceram dinheiro e eu precisava e peguei. Quem dentre de vocês não precisa de dinheiro?
JUÍZA: Soldados, levem o réu sobre custódia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. E que façam entrar o 2º réu:
SOLDADO: Que entre o 2º réu, o sacerdote Caifás.
JURAMENTO: Você promete dizer a verdade, somente a verdade.
CAIFÁS: Sim, prometo.
JUÍZA: a palavra está coma advogada de acusação.
Ad. De. AC: Caifás genro de Anás, Caifás sumo sacerdote em exercício durante o
Ministério de Jesus, Caifás você serviu o governo romano durante quantos anos?
CAIFÁS: Durante 18 anos, o período mais longo de todos sumos sacerdotes.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: O que sugere, então, que você cooperou muito com os romanos.
ADVOGADA DE DEFESA: Protesto meritíssima!
Juíza. Protesto Negado! Pode continuar...
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Obrigada Vossa excelência. Pois bem... É analisando então que cheguei à conclusão que você foi o primeiro a encomendar a morte de Jesus.
CAIFÁS: Fiz isso a fim de salvar a nação.
ADVOGADA DE DEFESA: Meritíssima, protesto ao argumento da advogada de acusação.
JUÍZA: Protesto concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: Os líderes Judeus sabiam que se não tivessem Jesus, os Romanos poderiam discipliná-los, Roma deu liberdade parcial aos Judeus, com a condição de serem discretos e obedientes. Os milagres de Jesus Frequentemente causavam grande admiração e alvoroço entre os povos. Os líderes Judeus provavelmente temiam que os desagrados aos romanos trouxessem sofrimento adicional a Israel.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Protesto.
JUÍZA: Concedido.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Os Líderes Judeus prenderam Jesus sob um pretexto teológico, A BLASFÊMIA, Mas o tribunal romano certamente recusaria esta acusação, inventaram uma razão política para justificar a sentença de morte. A estratégia era apontar Jesus como um rebelde que afirmava ser o rei dos Judeus, portanto, representava uma ameaça para César. Sendo assim você teve participação na morte do Messias. A cruz também é sua...
CAIFÁS: Minha , porque minha? Posso até ser preso, mas não vou sozinho, a culpa é mais de Barrabás que minha, pois ele era um grande pecador e a cruz era Dele e Jesus que foi no lugar dele.
JUÍZA: Soldados levem o réu sobre custódia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. E Que faça entrar o 3º réu.
SOLDADO: Que entre o 3º Réu: Barrabás.
JURAMENTO: Promete dizer a verdade, somente a verdade?
BARRABÁS: Sim. Prometo.
JUÍZA: A palavra esta com a Advogada de AC.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Barrabás havia tomado parte de uma rebelião contra o governo romano. Embora inimigo de Roma, talvez fosse um Herói para os Judeus, boa estratégia Não?
ADVOGADA DE DEFESA: Protesto.
JUÍZA: Concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: A Advogada de Acusação está massacrando o caráter do meu cliente.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Protesto.
JUÍZA: Protesto negado. Prossiga...
ADVOGADA DE DEFESA: Eu declaro o meu cliente inocente, pois se ele merecesse aquela Cruz, ele estaria nela e o povo conhecia o coração de Barrabás e sabia que ele era bom.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Protesto.
JUÍZA: Protesto concedido.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Um Herói para os Judeus, mas ironicamente, Barrabás também foi culpado do crime com o qual acusavam Jesus. Por isso, pelos seu atos, entendemos que aquela cruz era também sua.
BARRABÁS: Eu não tenho Culpa pelo sangue derramado e muito menos pela vida que ocupou aquela cruz. A culpa é dos soldados, eles que mataram Jesus.
JUÍZA: Soldados, levem o réu sobre custodia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. E façam entrar o 4º réu.
SOLDADO: Que entre o 4º Réu: O soldado Romano.
JURAMENTO: Promete dizer a verdade somente a verdade?
SOLDADO ROMANO: Sim. Prometo. ( Conversam)
JUÍZA: Ordem no Tribunal!!!, Advogada De Acusação está com a palavra.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Um batalhão correspondia a uma divisão da legião Romana, com aproximadamente 200 soldados.
Sabe-se que você tirou as roupas de Jesus e lançou sorte para dividir as vestes entre vocês.
ADVOGADA DE DEFESA: Meritíssima, protesto, mas o que é isto.
JUÍZA: Concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: A Doutora está dando certezas sem provas e isto é inaceitável.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Protesto.
JUÍZA: É real o fato que diz a advogada de defesa, apresente a sua prova doutora!
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Sabe-se que Jesus foi cruelmente açoitado pelos soldados. Apresente a prova que está atrás de você Soldado, pois bem excelência, foi com este chicote que ele usou para o açoite, esse que consiste em quatro bolas de chumbo, que estão unidas a um cabo de madeira por meio de cadeias. Cada bola mede uns 2 cm de diâmetro, dos quais sai pequenos aguilhões de ferro em todas as direções.
O açoitamento não somente rasgava a pele, mas destroçava os músculos e os tecidos.
Soldado Romano: Se fiz tudo isto não foi porque eu quis, tinha uma força, bem uma força, bem forte que me dominou, bem... Eu posso chamar esta força de... Sim... Satanás, foi satanás que teve a culpa.
Juíza; Soldados levem o réu sobre custódia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. E que entre o 5º réu.
SOLDADO: Que entre o 5º réu; SATANÁS
JURAMENTO: Promete dizer somente a verdade.
SATANÁS: Claro que sim!!!!
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Mas o que é isso? De acordo com o artigo de João, do capítulo 8 do parágrafo 44, Satanás é mentiroso e o pai da mentira.
JUÍZA: Por favor, mantenham a calma; Ordem no tribunal.
SATANÁS: Aiaiaaiaiai. O que eu vim fazer aqui? Eu já vou logo avisando, eu não tenho nada a ver com isso, confesso que até estive lá pra dar uma olhadinha... mas nisto eu não tenho culpa, fui logo tentar outras pessoas.
JUÍZA: Ordem! A palavra está com a advogada de acusação.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Você teve culpa, pois teve parte influenciando as pessoas a seguirem um rumo incorreto.
SATANÁS: Presta atenção no que eu vou dizer a você, e a todos vocês que estão aqui. Se...Naquele dia coloquei Jesus em um alto e sublime trono lá no deserto e disse a ele que daria todas as nações, se tivesse aceitado nada disso teria acontecido. Mas Ele quis assim, assim seja! Eu já estou cheio, tudo é culpa minha! Eu to nem aí. Deu brecha eu entro mesmo. Eu só fico rodeando, rodeando....Surgiu um oportunidade. Eu to dentro!Agora dizer que a culpa é minha é exagero. Vê se fui eu quem deu a ordem principal para matar Jesus. Meu nome é Lúcifer e não Pôncio Pilatos.
JUÍZA: Soldado levem o réu sobre custódia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. E que entre o 6º réu.
SOLDADO: Que entre o 6º réu: Pôncio Pilatos.
JURAMENTO: Promete dizer a verdade, somente a verdade.
PÔNCIO PILATOS: Sim, Prometo.
JUÍZA: A palavra está com a advogada de acusação.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Pôncio Pilatos, onde você enxerga a sua culpa.
PÔNCIO PILATOS: Eu! Nenhuma culpa cai sobre mim, porventura esqueceu(Advogada Acusação Interrompe)
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Nenhuma culpa cai sobre você? Você autorizou a crucificação de Jesus. A cruz também é sua.
ADVOGADA DE DEFESA: Protesto Vossa Excelência.
JUÍZA: Concedido.
ADVOGADA DE DEFESA: Ora, Era por ocasião da festa de páscoa ele costumava a soltar um preso escolhido pelo povo, se eles escolheram a Barrabás a culpa não é do meu cliente.
Explica-nos o acontecimento.
PÔNCIO PILATOS: Como disse a minha advogada, faço as palavras dela as minhas. Eu apresentei ao povo os dois presos, e o povo escolheu que soltassem Barrabás e crucificassem Jesus. Sendo assim a Cruz não é minha, e sim do Povo.
ADVOGADA DE DEFESA: Obrigado. Eu tenho a prova de que meu cliente é inocente. Aqui está o recipiente onde ele lavou suas mãos mostrando um ato de inocência. Sem mais.
JUÍZA: Advogada De Acusação Tem algo a dizer.?
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Sim. Obrigado Meritíssima. Pilatos deixou que a multidão tomasse a decisão de crucificar Jesus. Embora tendo lavado as mãos para indicar sua Inocência, Sua culpa permaneceu. Tal atitude diante de uma situação difícil não isenta uma pessoa de sua responsabilidade, nem da culpa por errar ou consentir com o erro, apenas dá uma falsa sensação de paz.
Sendo assim, não invente desculpas, assuma responsabilidade por suas decisões. Sem mais. Obrigado meritíssima.
JUÍZA: Soldados levem o réu sobre custódia até o fim do julgamento. Para aguardar o veredicto. A Senhora Advogada De Def. e Advogada De Acusação terão 2 minutos para encerrar a sua participação neste Tribunal.
ADVOGADA DE DEFESA
Vossa excelência, senhores jurados e aos demais presentes... Diante das alegações aqui apresentadas, venho complementar meus argumentos diante deste Tribunal. De todos os depoimentos aqui declarados, eu posso afirmar, com toda convicção, que os meus clientes são inocentes.
Judas Escariotes era um grande servo do senhor, era um de seus discípulos, que tinha uma vida mais... digamos que..SANTA, diante de Deus. Se fez tudo o que fez foi por amor a Cristo. A Intenção de Judas era construir um templo para Jesus com as 30 moedas de prata. Por isso declaro que o meu cliente é inocente.
Caifás era um grande Religioso, por isso o declaro inocente, pois fez tudo a fim de salvar a nação, o próprio Cristo disse que viriam falsos profetas ele não tinha como discernir...
Barrabás um herói... Ele tirava dos ricos para dar aos pobres, não há mais nada a dizer, pois ele é totalmente inocente.....
Os soldados zelavam para o bem do povo e Jesus se revelou de uma forma rebelde, dizendo ser o Rei dos Judeus e coube a eles prender esse rebelde que causava alvoroço entre os povos.
Satanás, Coitado!! Culpa nenhuma recai sobre o meu cliente... Se o Próprio Deus deu o livre Arbítrio. Fica claro o meu cliente não influenciou ninguém.
Pôncio Pilatos, ao meu cliente não tenho o que dizer. Não enxergo culpa nenhuma sobre ele. Eu o declaro totalmente inocente.
Sem mais excelência Obrigado!
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO: Vossa Excelência, senhores jurados, minha cara companheira advogada de defesa, demais presentes...
Estou perplexa diante destes argumentos totalmente sem nexo. Agora analisem a realidade dos fatos.
A Doutora argumenta a situação de Judas usando uma estratégia sem lógica. Se Judas realmente quisesse construir um templo, teria feito! Pergunto a todos aqui presentes: Existe algum templo construído por Judas?
Caifás um religioso? Se ele realmente fosse um religioso saberia que Jesus era o messias enviado. Digo a todos...Caifás vivia de aparência para ter uma posição diante da sociedade romana. Foi um bom pretexto dizer que foi a fim de salvar a nação...foi uma boa saída para quem não quer carregar sua cruz....
Barrabás um herói???? Sim, um herói para aqueles que não quiseram carregar sua cruz...
EU não aceito o argumento de que os soldados sejam inocentes eles trataram Jesus de forma irônica, eles debocharam do mestre. Dizer que Jesus era um rebelde foi a estratégia para ensanguentarem Jesus.
Satanás! Faça-me o favor? É mais do que obvio que Satanás induziu o povo. Jesus havia operado milagres em muitas vidas que estavam ali presentes. Já era de se esperar, ele é invejoso, é o que mais ganharia com a morte de Cristo... É o que ele pensava... Digamos que 95% da culpa é dele.
Pôncio Pilatos, não há como declará-lo inocente, um procurador romano que teria o dever de tomar a decisão e que no entanto deixou que o povo a tomasse. Quanta ignorância!
Todos se Declaram inocentes. Mas tenho a certeza de que dentre estes acusados existe o total culpado. Para aquela cruz existe um dono, para o cravos e as chibatadas existe um corpo. Então que apareça o verdadeiro dono da cruz. Obrigada Meritíssima.
JUÍZA: O Júri terá a pausa por alguns instantes, em seguida será dado o veredicto.
( As pessoas começam a acusar todos os réus, e o réus acusam – se entre si.).
SOLDADO: Ordem!! Chegou a hora do veredicto a Senhora Meritíssima Débora, vai dar a palavra final.
JUÍZA: De acordo com as provas apresentadas e com os argumentos os Senhores Jurados chegaram a conclusão que:
Ao tomar a nossa natureza o salvador ligou-se a humanidade por um laço que jamais se partirá, Ele estará ligado a nós por toda a eternidade.
Ele realmente foi levado a uma cruz que não era dele. Quando o pai disse que estava em seus planos de redenção, logo, Jesus teria que carregar uma cruz que não era dele.
E Assim o fez...
Jesus em agonia no Getsêmane. Suou com gotas de sangue, orou intensamente ao pai que lhe desse forças para cumprir o plano, logo chegou Judas e o traiu, ela já sabia disso...Foi levado pelos soldados, a mando de Caifás, com ordem de Pôncio Pilatos, juntamente com Barrabás apresentado ao povo este que possuídos por satanás tomaram a decisão de crucificá-lo.
Inocentemente ele levou sobre si dores que não eram suas..Pregos que não eram seus...Ele sofreu todo o tempo calado, foi humilhado por todos....motivo de deboche de muitos...Foi cruelmente açoitado, a ponto de destrocar sua carne e a marca de seu sangue ficava por onde ele passava, mesmo sem forças Ele foi obrigado a levar aquela cruz a qual ele não aguentava, seus pés arrastavam – se sobre as pedras..e de instantes em instantes ele caia com o peso da cruz nas suas costas, e durante todo este caminho. Ainda sendo chicoteado, subiu um monte inteiro com um peso sobre-humano, pois se encontrava fraco devido ao açoite, e como se isso não bastasse, esticou os seus braços e pés e pregaram-no na cruz.....
A dor deveria ter sido insuportável, ele entrou em sincope de Tanta dor, mas mesmo sabendo que ele não merecia aquela cruz ele permaneceu quieto.
Foi pela sua humildade e comunhão com a Pai que ele demonstrou amor Incomparável.
Ao assumir a Natureza humana estava sujeito a cair em pecado, todavia não cometeu pecado algum se ele não cometeu pecado algum entendemos que aquela cruz não era dele. A cruz é do POVO. Então que prenda o POVO!!!
E DEPOIS TODOS VÃO PRESOS. O povo foi culpada pela morte de Jesus.
Ministério Teatral Kades da 1ª Igreja Batista Betel em Posto da da Mata, Bahia

JESUS RESSUSCITOU

Só Lembrando! Já está na hora de começar os ensaios para a Páscoa, para quem não sabe para uma peça sair linda tem que ter bastante ensaio antes e ainda mais, a maioria dos atores não são "profissionais da área" e também trabalham em outros lugares (geralmente), eles não tem todo o tempo do mundo, então é melhor começar os ensaios cedo. 




Esquete de páscoa. A menina que procura Jesus, e como no passado foram buscá-Lo no sepulcro, a menina O busca pela igreja. Como outrora, há decepção ao não encontrá-lo no primeiro momento, MAS o Senhor aparece.
É uma esquete super simples do Emílio Carlos, mas dá uma riqueza de mensagem e de interpretação....
NARRADOR - Hoje é domingo de páscoa. Jesus ressuscitou! Ele oferece a ressurreição a todos que acreditarem Nele. Nós acreditamos em Jesus. Por isso buscamos por Ele. Buscamos Jesus como Maria buscou naquele domingo de Páscoa.
(Música de fundo. Entra uma menina trajada com roupas normais. Ela vai até o canto ao lado direito do altar).
NARRADOR - Nós procuramos no sepulcro...
MENINA - Jesus!
NARRADOR - ...nós procuramos em toda parte...
MENINA - (voltando para o centro do altar) Jesus!
NARRADOR - ...nós procuramos e nem sempre achamos. Daí nós ficamos assim desconsolados.
(A menina triste senta num degrau do altar).
NARRADOR - Nos sentimos tristes como os discípulos se sentiram quando perderam Jesus, quando Ele foi crucificado.
(Jesus entra por trás da menina).
NARRADOR - Mas sabe: Jesus ressuscitou! Ele está perto de nós! Hoje e sempre!
JESUS - (toca no ombro na menina e sorri).
MENINA - (se levanta) Jesus!
(a música atinge o auge. A menina se ajoelha perante Jesus).
JESUS - Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos.
(Música final - Fim).
(Sugestão de música final: "Porque Ele Vive" ou outra à sua escolha em sintonia com a mensagem do texto).



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